
Um viajante, cansado de uma longa jornada, deitou-se à beira de um poço profundo, vencido pela fadiga. Justamente quando estava prestes a cair na água, diz-se que a Senhora Fortuna apareceu para ele. Despertando-o de seu sono, ela lhe disse:
"Bom senhor, por favor, acorde! Se você cair no poço, a culpa será lançada sobre mim, e eu adquirirei uma má reputação entre os mortais. Descubro que os homens certamente atribuem suas calamidades a mim, não importa o quanto eles mesmos as tenham provocado por sua própria insensatez."
Esse encontro serve como um lembrete de que todos são, até certo ponto, os senhores de seu próprio destino.
A moral da história é que os indivíduos são frequentemente responsáveis por seus próprios infortúnios, em vez de atribuí-los a forças externas como sorte ou destino.
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Amanhã à noite: A Raposa e o Grou.